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Vacina Coronavac

Butantan deve divulgar na quarta (23) dados sobre eficácia da CoronaVac e pedir registro na Anvisa

Nesta terça (22), a Fiocruz disse que começa a entregar a vacina da AstraZeneca no dia 8 de fevereiro. O Ministério da Saúde prevê, ao longo do primeiro semestre de 2021, 150 milhões de doses de vacinas, somadas as doses da vacina da AstraZeneca, da CoronaVac, e da Pfizer/ BioNTech.

23/12/2020 06h30
Por: Alírio Ribeiro
Fonte: Jornal Nacional
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Vacina Coronavac, Inatituto Butantan
Vacina Coronavac, Inatituto Butantan

O Instituto Butantan vai apresentar nesta quarta-feira (23) os dados sobre a eficácia da CoronaVac e deve fazer os pedidos de uso emergencial e de registro definitivo da vacina na Anvisa. Nesta terça (22), a Fiocruz afirmou que vai começar a entregar a vacina da AstraZeneca no dia 8 de fevereiro.

Na comissão externa da Câmara dos Deputados, que acompanha as ações contra a Covid, a presidente da Fiocruz deu um cronograma sobre a chegada da vacina da AstraZeneca, desenvolvida em parceria com a Universidade de Oxford, e sobre a disponibilização das doses para o Programa Nacional de Imunizações, o PNI.

"A grande angústia da nossa sociedade é com relação ao início da vacinação. Então, vou só informar a todos que, no caso da Fiocruz, nós estaremos recebendo ingrediente farmacêutico ativo para o início da produção no mês de janeiro. Nós estaremos entregando a partir da semana de 8 de fevereiro as doses da vacina que será a vacina Covid/Fiocruz. Esse é o nosso cronograma de entregas, a partir dessa semana de fevereiro, de 8 a 12, estaremos entregando um milhão de doses de vacinas ao PNI", explicou Nísia Trindade Lima, presidente da Fiocruz.

A meta da Fiocruz é produzir 700 mil doses diárias.

Na mesma comissão, o ministro da Saúde falou que haverá vacina até o fim de fevereiro. "Previsão nossa, como sempre, é final de janeiro, na melhor hipótese, indo até meio de fevereiro, final de fevereiro na pior hipótese. Estamos caminhando forte para poder ter vacinas de várias matizes e entrega o mais rápido possível”, disse Eduardo Pazuello, ministro da Saúde.

O Ministério da Saúde prevê, ao longo do primeiro semestre de 2021, 150 milhões de doses de vacinas somadas as doses da vacina da AstraZeneca; da CoronaVac, da Sinovac em parceria com o Instituto Butantan; e da Pfizer/BioNTech.

A equipe técnica da Anvisa, que foi à China, certificou a Sinovac por boas práticas de fabricação do insumo farmacêutico que será usado na vacina. A Anvisa afirmou que a certificação da fábrica foi antecipada em cerca de dez dias em relação à previsão inicial, e que a etapa finalizada agora "faz parte dos esforços contínuos da agência para disponibilizar vacinas para a população com qualidade, segurança e eficácia no menor tempo possível".

O Instituto Butantan anunciou que foi concluída a terceira e última fase de testes clínicos da vacina CoronaVac. O instituto recebeu mais três carregamentos de doses e deve terminar 2020 com um estoque de 10,8 milhões doses prontas.

Esta quarta (23) será um dia decisivo: o Butantan vai anunciar informações sobre a eficácia da CoronaVac e deve pedir o registro definitivo e também o uso emergencial, esse segundo com aprovação da Anvisa em até dez dias. A Sinovac também deve pedir nesta quarta (23) o registro à agência chinesa de vigilância.

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